Imagens que o tempo não apagou - vol. II

Imagens que o tempo não apagou - vol. II



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APRESENTAÇÃO

Quando tomei a decisão – já vai para mais de três lustros – de reunir um punhado de crônicas num pequeno volume e dar-lhes publicidade, eu afirmei na ocasião que a minha decisão se devia a insistentes sugestões de pessoas amigas. Por um descuido de revisão, o vocábulo volume saiu impresso no plural, passando assim a idéia de que eu pretendia prosseguir na publicação dos meus escritos, muitos deles divulgados em folhetos espalhados por aí, ou então estampados nas páginas do órgão oficial de nossa igreja – , “O Estandarte”. A verdade, porém, é que tal coisa nunca esteve nos meus planos. Acontece que, certas circunstâncias surgiram, inesperadamente, e foram elas que me levaram à decisão de reunir, num 2o volume, uma parte dos meus escritos espalhados por aí. Com isso o que era – conforme afirmei – um erro de revisão, acabou transformando-se em acerto. Isso mostra que o tempo pode consertar muita coisa, inclusive – como neste caso, erro de revisão.

Sendo este volume do mesmo teor do primeiro, achei por bem não lhe alterar o título. A primeira publicação – conforme lembrei ao leitor na ocasião – apesar de uma e outra crônica referirem episódios de caráter pessoal, não era um livro de reminiscências. Este também não o é, em que pese o fato de o próprio título dar, de imediato, essa impressão.

Decidi-me estampar na capa a mesma imagem do lugar onde nasci e onde vivi a fase ditosa do “despontar da existência”, correndo de um lado para outro, “pés descalços, braços nus”, à semelhança do poeta da saudade, mas não, como ele, “atrás das asas ligeiras das borboletas azuis”, e sim banhando-me nas águas do ribeirão, apanhando lambaris com peneira (mariscando), subindo em árvores, enfim, vivendo num mundo espaçoso e aberto, num cenário bucólico, diferentemente dos meninos de hoje, confinados em apartamentos, sentados diante de computadores, entretendo-se com videogame e com outras conquistas da modernidade, entregues o tempo todo a algum entretenimento eletrônico no pequenino mundo em que vivem.

Essas gratas lembranças do passado distante conservados no arquivo da minha memória, é que justificam o título com que resolvi batizar também este II volume de crônicas, à semelhança do primeiro, de Imagens que o tempo não apagou.

Paulo Martins de Almeida

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Características



Ficha técnica

Título: Imagens que o tempo não apagou - vol. II

Autor(es): Paulo Martins de Almeida

Editora: Pendão Real

Páginas: 296

Formato: 14x21 cm

Peso: 374 gr

​ISBN: 978-85-98208-06-0


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